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Visitando o interior do navio.
Foto: Luciano Pires |
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Muito bem, saindo do arquipélago de Franz Josef Land entramos no Mar de Barens, a caminho do porto de Murmansk e do final de nossa viagem. Em alto mar o quebra-gelos decidiu se comportar como um navio normal e pronto! No dia em que desci pra visitar a usina nuclear e os motores do navio tive maresia. Uma tontura, um enjôo que me deixaram fora do eixo. Um saco!
Mas nada disso impediu que eu apreciasse a maravilha tecnológica que é este navio. Tudo é gigantesco. A sala de controle da usina, os motores elétricos, a sala com as duas centrais de dessalinização. É tudo grande, bem cuidado e caprichado, contrastando bastante com as coisas mais, digamos, tradicionais como ônibus e helicópteros.
Na sala de controle um calendário sobre a mesa com uma foto de uma praia tropical maravilhosa. Pois é, queria o quê?
A maior parte do tempo passei em minha cabine, esperando que a maresia fosse embora. |